Team Foundation Server como ALM – Integração Contínua – Parte 3

3 maio

Fala Galera,

Este é o post de enceramento da serie do Team Foundation Server como ALM.

Neste último post estarei falando sobre Integração Contínua e como podemos usar esse método no Team Foundation Server.

O que é integração contínua ?

Integração Contínua é uma pratica de desenvolvimento de software onde os membros de um time integram seu trabalho frequentemente, geralmente cada pessoa integra pelo menos diariamente – podendo haver múltiplas integrações por dia. Cada integração é verificada por um build automatizado (incluindo testes) para detectar erros de integração o mais rápido possível. Muitos times acham que essa abordagem leva a uma significante redução nos problemas de integração e permite que um time desenvolva software coeso mais rapidamente.” Martin Fowler

A grande vantagem da Integração Contínua é o feedback instantâneo e equipes ágeis adotam esta prática como uns dos pilares da agilidade, assim equipe ágeis tem a disposição um novo produto, funcional, testado e pronto para ser colocado em produção.

No processo de Integração Contínua, a cada novo Commit (subida de um código fonte ao sistema de versionamento) de um código fonte é disparado um novo Build e este novo Build passa por uma bateria de testes automatizados como Unit Tests, Teste de Integração e etc garantindo assim que o produto no qual estamos construindo funcione de uma forma coesa. E quem é responsável por todo esse workflow é um servidor que chamamos de Build Server.

O Build Server compila toda o projeto, executa os teste automaticamente e caso encontre alguma falha dispara um alerta para todos os membros do projeto.

Team Foundation Server como Integração Contínua

Uma das funcionalidades do Team Foundation Server como Application Lifecycle Management é conter funcionalidades de Build Server. Assim podemos configurar o Team Foundation Server e executar Integração Contínua.

O Build Server do Team Foundation Server além de gerenciar a sincronização, compila a aplicação, executa os Units Tests, Integration Tests, faz o Deploy em um determinado servidor e gera os relatórios de Build ou seja um é processo muito completo no qual podemos ter diversas métricas de gerenciamento de projeto aumentando exponencialmente a qualidade do nosso projeto.

A figura abaixo mostra o processo de requisição de um novo Build até o Deploy do fontes do projeto com todas as métricas.

ms181710.Local_1348044686_vs_bigbldarchovrview(en-US,VS.80)

É assim internamente que funciona o processo de geração de um Novo Build.

Assim terminamos a série de post relacionados com o Team Foundation Server como ALM. 

Espero que tenham gostado e lembrando que um processo de Application Lifecycle Management pode ser montando com outras soluções podendo ser privada ou open source.

Não deixem de comentar.

Abs e até o próximo.

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